Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Silva, Cleber Femina da |
Orientador(a): |
Maia, Kenia Beatriz Ferreira |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ESTUDOS DA MÍDIA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22789
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Resumo: |
Há mais de 50 anos o Curso de Comunicação Social - Habilitação em Jornalismo, da UFRN, tem atraído a aqueles que desejam ingressar nessa profissão, seduzidos por uma imagem do jornalismo repleta de valores democráticos, mitos, símbolos e representações presentes no cotidiano social. Uma pesquisa realizada em 2012 (MAIA; FEMINA, 2012) mostrou, no entanto, que os valores profissionais desses estudantes caminham para uma associação entre jornalismo, entretenimento e comunicação organizacional, refletindo uma confusão entre os campos jornalístico e informacional (MARCONDES FILHO, 2009). Isto posto, este trabalho se propôs a investigar como a dimensão ideológica do jornalismo é percebida pelos estudantes e como as instâncias de formação acadêmica e do mercado de trabalho participam desse processo. Para tal, buscamos apoio no interacionismo simbólico, perspectiva sociológica que permite uma análise da estrutura social a partir de observações das interações dos seus indivíduos. Autores como Becker (1996), Blumer (1980), Mead (2010), Pereira (2003, 2009 e 2011) e Strauss (1999) nos guiaram nessa incursão. Também discutimos a formação da dimensão ideológica do jornalismo com autores como Bourdieu (1997), Fidalgo (2005), Marcondes Filho (2009), Neveu (2006) e Traquina (2005 e 2013). Utilizamos a metodologia do grupo focal para realizar nossa investigação junto aos estudantes de Jornalismo. Ao final, os dados apontam que a dimensão ideológica desta profissão atua na formação identitária como outro generalizado (MEAD, 2010), embora com um amplo espectro de representações pelos quais o self do estudante pode caminhar e permitir estabelecê-lo como sujeito. |