Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Silva, Alexandre Bezerra |
Orientador(a): |
Rodrigues, Maisa Paulino |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM SAÚDE DA FAMÍLIA NO NORDESTE
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/22298
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Resumo: |
A elevada incidência e mortalidade por câncer cervicouterino, no Brasil, justificam a implantação de estratégias efetivas de controle da doença por meio de ações de promoção à saúde, prevenção e detecção precoce de lesões, tratamento e cuidados paliativos, quando forem necessários. Este estudo teve como objetivo analisar se os enfermeiros da Estratégia Saúde da Família (ESF) do município de Assú/RN desenvolvem ações de prevenção e detecção precoce do câncer cervicouterino. Para tanto, se investigou a realização de busca ativa de mulheres na faixa etária de maior risco para câncer cervicouterino e a oferta de ações de educação em saúde ofertadas às mulheres residentes na área adstrita a Estratégia Saúde da Família. Trata-se de um estudo exploratório de natureza qualitativa, realizado junto a 11 enfermeiros que compõem as equipes de Saúde da Família do município de Assú. O material foi coletado através de entrevistas e submetido à análise de conteúdo temático proposto por Bardin e sistematizada por Minayo. As falas foram codificadas e sistematizadas por aproximação semântica produzindo quatro categorias de análise: ações de prevenção do câncer cervicouterino; motivos que levam a realização do exame; realização do exame Papanicolau e atitudes/situações de risco que contribuem para o câncer cervicouterino. Os resultados apontam que as ações do enfermeiro da ESF ainda são incipientes, não havendo rastreamento do câncer de colo uterino na faixa etária recomendada pelo Ministério da Saúde. Há desconhecimento sobre a prevenção do câncer do colo do útero, por parte das mulheres, se constituindo em importante fator para o aumento de casos desse tipo de câncer. Por fim, faz-se necessário que as ações dos enfermeiros e das equipes da ESF sejam mais resolutivas no que concerne a detecção precoce e ao rastreamento do câncer do colo do útero e que a educação em saúde seja efetivada de forma a promover o empoderamento das mulheres com vistas ao autocuidado e a promoção da saúde. |