Eficiencia de diversos tamanhos e formas de unidades de amostras aplicadas em inventário florestal na regiao do Baixo Tapajós

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Silva, José Natalino Macedo
Orientador(a): Machado, Sebastião do Amaral, 1939-
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/1884/24797
Resumo: Com o objetivo de determinar tamanhos e formas mais eficientes para aplicação em inventários florestais da floresta tropical úmida amazônica, uma área de 35 ha foi inventaria da a intensidade de 100%, anotando-se as coordenadas de cada arvore, a partir do diâmetro de 15 cm. Para possibilitar o calculo das eficiências relativas foi feito um estudo de tempo de medição dos diversos tamanhos e formas de unidades de amostra consideradas no presente trabalho. Duas populações foram definidas : a população A, constituída pelas árvores com diâmetros variando de 15,0 a 14,9 cm e a população B representada pelas árvores com diâmetros iguais ou superiores a 45 cm. Foram utilizadas as formas mais comuns em amostragem florestal, ou seja, o círculo, o quadrado e o retângulo, este com larguras de 10 e 20 metros. A amplitude de tamanhos aplicada foi de 400 a 1.000 m2 na população A e 1.000 a 2.500 m2 na população B. No inventário florestal foram identificados 142 nomes vulgares que proporcionaram os volumes médios por hectare(parâmetros) de 58,23 m para a população A e 105,40 m /ha para a população B. Para avaliar a precisão das estimativas das combinações tamanho-forma de unidades de amostra, foram realizadas 57 simulações de amostragem, através de um programa escrito em linguagem BASIC, processadas no computador Hewlett Packard modelo 9830. O processo de amostragem utilizado foi a amostragem aleatória simples. A escolha das combinações tamanho-forma mais eficientes foi feita com base na eficiência relativa. Com base nos resultados alcançados, o autor ressalta as seguintes conclusões: a) Nas duas populações estudadas, as amostras quadradas exigiram menor tempo de estabelecimento e medição, quando comparadas com as formas retangular e circular de mesmo tamanho. b) Para as condições da região estudada, e considerando a amplitude de tamanhos usada, as amostras quadradas de 900 m para a população A e 2.500 m para a população B, foram mais eficientes que os demais tamanhos e formas testados.