Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Almeida, Mariana Leite de |
Orientador(a): |
Weymar, Lúcia Bergamaschi Costa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais
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Departamento: |
Centro de Artes
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/prefix/2862
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Resumo: |
Paradigmas dicotômicos ainda presentes na pós-modernidade nos permitem observar o quanto ainda estamos ligados à modernidade mais racionalista. Vivemos tempos coletivos, porém individualistas, vivemos ao mesmo tempo libertos e aprisionados, informados, mas constantemente passivos. Em diversos momentos vivemos, ainda, sem reconhecer efetivamente o outro. Isso faz com que nos tornemos menos comprometidos socialmente e não demonstremos, no cotidiano social, a coletividade vivida na internet. As redes sociais nos mantêm fortemente ligados através de laços sensíveis, repletos de emoções e afetos. Essas relações colaboram na construção de uma ideia de educação estética na qual os aprendizados se fazem possíveis graças ao que é experienciado com o mundo e, principalmente com o outro. Nesse contexto, alguns elementos visuais, como determinadas imagens frequentemente visualizadas nas redes sociais, assumem papéis ativistas. Todavia, esse caráter socialmente mobilizador não se estende, por ora, a todos elementos visuais contemporâneos; por exemplo, o Graphic Interchange Format (GIF) – imagem animada cada vez mais utilizada como forma de representar nossos gostos, paixões e anseios – ainda não é observado como instrumento de comprometimento social. A dissertação “GIFs: Educação estética, afeto e ativismo através da imagem animada”, desenvolvida no Programa de Pós Graduação em Artes Visuais da UFPEL, pretende analisar, através de revisão bibliográfica, e propor, através do projeto de imagens animadas socialmente engajadas, o GIF como uma possível ferramenta de ativismo virtual na pós-modernidade. |