Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Kovalscki, Adriana Nebel |
Orientador(a): |
Silva, Josias Pereira da |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Matemática
|
Departamento: |
Instituto de Física e Matemática
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/4578
|
Resumo: |
Esta pesquisa teve como foco principal a produção de vídeo estudantil com a Etnomatemática, identificando os fatores que contribuíram para a ocorrência de aprendizagens de Geometria no 8º ano do Ensino Fundamental. Na Etnomatemática, a matemática é expressa de forma cultural, inserida num contexto de aprendizagens do dia a dia, dos fazeres de um povo, um lugar, uma comunidade. Como objetivo geral, essa pesquisa visou investigar quais as representações sobre Geometria identifica-se nas produções de vídeo dos alunos do 8ª ano do Ensino Fundamental. Foi utilizada a metodologia da pesquisa qualitativa, com abordagem na Pesquisa Ensino. Para a coleta de dados foram realizadas entrevistas abertas, cadernos de anotações dos alunos, vídeos produzidos pelos estudantes e diário de bordo com as observações da pesquisadora. Desta forma, procurou responder ao problema de pesquisa: como os alunos representam ideias cotidianas de Geometria na produção de vídeos em sala de aula? Foi possível analisar nas entrevistas, nos cadernos de anotações e nas produções de vídeos realizadas por 25 alunos, descendentes da Cultura Pomerana de uma turma do 8º ano do Ensino Fundamental de uma escola do interior de São Lourenço do Sul – Rio Grande do Sul, quais as ideias de Geometria que emergiram por meio da produção de vídeo estudantil. Como instrumento de análise dos dados foi utilizado a metodologia Análise Textual Discursiva. Das análises surgiram três categorias: aprendizado lúdico do vídeo, geometria no cotidiano e interação. Como conclusão pode-se destacar que a produção de vídeo nas aulas de Matemática no Ensino Fundamental desenvolve habilidades, aprendizagens, interações, transformando os sujeitos envolvidos no processo, professores e alunos, que aprendem divertindo-se com o recurso fílmico do celular. |