Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Nonato, Diego Rabelo |
Orientador(a): |
Cerqueira, Fábio Vergara |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Memória Social e Patrimônio Cultural
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Departamento: |
Instituto de Ciências Humanas
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/8335
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Resumo: |
O presente texto analisa a destruição do patrimônio de Palmira ocorrida no que podemos chamar de o mais importante conflito político e militar do século XXI e que em 2021 completará dez anos. No contexto da guerra na Síria, o sítio arqueológico da antiga cidade de Palmira teve parte do seu patrimônio arquitetônico dinamitado por um grupo de jihadistas. Ao analisar o ato, contextualizamos a sua relação com ageopolítica do Oriente Médio e suas implicações para o patrimônio e para a identidade nacional do país. O fenômeno das Primaveras chegou à Síria no ano de 2011, trazendo consigo o Estado Islâmico ou Daesh, abrindo um conflito que, de modo geral, é considerado um terrível desastre humanitário, chegando a contabilizar cerca de mais de 250 mil mortos desde 2011. A ferramenta do ato de terror perpetrado pelo Daesh em algumas cidades que caíram sob o seu domínio representa uma luta política que ultrapassa a mira de rifles e balas de morteiros e atinge diretamente a unidade territorial dos povos. |