Controle integrado do vetor de viroses humanas Aedes aegypti : o modelo fungo entomopatogênico Metarhizium anisopliae associado ao óleo essencial da planta Eugenia brejoensis da caatinga brasileira
Ano de defesa: | 2021 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso embargado |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Ciencias Biologicas |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/48669 |
Resumo: | O mosquito Aedes aegypti é altamente antropofílico presente no ambiente domiciliar, sendo um dos principais vetores de arboviroses graves como dengue, chikungunya e zika. O controle desse vetor é baseado no uso de inseticidas formulados com substâncias de origem natural ou sintética que são utilizadas para diminuir a incidência de insetos em diferentes fases do seu ciclo de vida. Na literatura, os óleos essenciais e fungos entomopatogênicos são descritos como alternativas naturais para o controle do Ae. aegypti. Nesta Dissertação investigamos a susceptibilidade das larvas do Ae. aegypti a formulações contendo o OE da Eugenia brejoensis e conídios do Metarhizium anisopliae. E. brejoensis é uma planta da Caatinga e seu OE foi caracterizado por CG/EM, apresentando o δ-cadinene (17,6%), E-caryophyllene (16,3%), Epi-α-muurolol (9,3%), bicyclogermacrene (8,1%), α-cadinol (7,3%) e Spathulenol (6,6%) como compostos majoritários. O OE apresenta CL50 de 200,4±0,4 μg/mL contra as larvas de Ae. aegypti. Todas as linhagens de M. anisopliae testadas apresentaram atividade larvicida em Ae. aegypti, com destaque para a linhagem E6 com TL50 1,5 dias (Concentração 1X108). Já nos ensaios de atividade larvicida com formulações contento ambos componentes o OE e o fungo (Eb+Ma) (100 μg/mL de OE da E. brejoensis e 1X106 de conídios de M. anisopliae) atingem TL50 1,5 dias. As formulações Eb+Ma apresentaram menores curvas de sobrevivência e tempo letal em relação aos dois componentes isoladamente. Portanto, propomos formulações Eb+Ma para o desenvolvimento de controle biológico integrado de larvas de Ae. aegypti. |