Uma análise das parcerias em ecossistemas de software proprietários baseados em plataformas
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Ciencia da Computacao |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/17334 |
Resumo: | Contexto: Atualmente, empresas de software têm adotado uma estratégia mais flexível através da abertura do produto para contribuições externas. Tal abertura proporciona a emergência dos Ecossistemas de Software, que são constituídos por um conjunto de atores que desenvolvem soluções de software sob uma plataforma comum. Objetivo: Entender e comparar os ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365 a partir do estudo de sua composição e redes de parcerias entre membros do ecossistema. Os dois ecossistemas foram escolhidos pela distinção entre os modelos de governança da Google e da Microsoft. Metodologia: Realizou-se uma coleta de dados automática a partir da utilização de um crawler nos marketplaces dos ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365 para a recuperação da lista de niche players e respectivas aplicações. Além disso, foram coletados de forma manual dados de parcerias entre niche players a partir de informações presentes nos websites de cada complementador. Os dados foram analisados através de um estudo comparativo entre as estruturas de rede formadas pelos niche players dos ecossistemas investigados. Resultados e discussões: Foram analisadas a composição e os relacionamentos de parceria dos ecossistemas do Google Apps Enterprise e Microsoft Office 365. Além disso, foi realizada uma comparação com os resultados obtidos em uma pesquisa anterior realizada por van Angeren (2013). Finalmente, foram postuladas três proposições sobre produtividade no ecossistema de software, relacionamentos de parceria e critérios de entrada. Conclusão: Pode-se concluir que o tamanho do ecossistema não determina seu grau de produtividade (número de aplicações por niche player) ou número de relacionamentos de parceria entre os niche players. Observou-se que a flexibilidade dos critérios de entrada do ecossistema atrai um grande número de niche players. |