Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
SOARES, Felipe Santana Furtado |
Orientador(a): |
MEIRA, Sílvio Romero de Lemos |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Ciencia da Computacao
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18414
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Resumo: |
A transição dos métodos tradicionais para os métodos ágeis de gerenciamento de projeto e as mudanças necessárias para a obtenção de seus reais benefícios são difíceis de alcançar. A mudança afeta não apenas o time envolvido com a gestão e o desenvolvimento de software, mas também diversas áreas da organização e, principalmente, exige uma mudança cultural. Aplicar métodos ágeis com aderênciaaos modelos de maturidade, como o Capability Maturity Model Integration (CMMI) ou Organizational Project Management Maturity Model (OPM3), tem sido o foco de discussão no meio acadêmico e no ambiente da indústria de software. As duas abordagens, aparentemente, têm alguns princípios fundamentais e bases diferentes, mas, por outro lado, adotá-las em conjunto é cada vez mais uma realidade para as organizações que desejam produzir software com maior qualidade e acelerando o tempo de desenvolvimento. No entanto, a pressa para chegar a níveis de maturidade, dentro de prazos que são cada vez mais curtos, pode resultar em programas de melhoria com objetivos únicos de adesão a tais modelos, e, muitas vezes, reflete na realização de atividades desnecessárias e geração de documentação excessiva. Neste contexto, os métodos ágeis são mais atraentes, pois são mais leves e aparentemente oferecem um desenvolvimento mais rápido com um custo mais baixo. Assim, processos, modelos e frameworks que resultem em maturidade de processos baseados em princípios ágeis têm sido alvo comum entre as empresas de software. Considerando o alto índice de falha na adoção de agilidade, este trabalho busca responder como é possível definir práticas de gestão de projetos aderentes ao CMMI, utilizando uma estratégia ágil em organizações de desenvolvimento de software de forma gradativa e disciplinada. Neste cenário, o presente trabalho propõe uma estratégia incremental baseada no modelo de maturidade CMMI, fazendo uso das melhores práticas da Agile Project Management (APM) e dos principais Métodos Ágeis: Scrum, Feature Driven Development (FDD), Lean, Kanban, Crystal, Extreme Programming (XP). O método utilizado para avaliação da pesquisa foi baseado em dois grupos focais e um survey com grupos de especialistas da academia e da indústria. Cada grupo com suas especialidades sugeriu mudanças na estratégia ao longo de sua construção e confirmou a sua completude, clareza, e adequação de uso para a realidade da indústria, mostrando ser viável a sua utilização para gestão ágil de projetos em conjunto com o CMMI. |