Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Wellington Oliveira Barros, João |
Orientador(a): |
Virgínia Góis Leandro, Carol |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9173
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Resumo: |
No presente estudo, crianças com baixo peso ao nascer (BPN) e peso normal (PN) dos 7 aos 9 anos de idade foram avaliadas quanto à antropometria, à composição corporal, ao nível de atividade física habitual (NAFH) e ao nível de aptidão física. A amostra foi constituída por 207 crianças, nascidas na cidade de Vitória de Santo Antão - PE, dos gêneros masculino e feminino, divididas em dois grupos de acordo com o peso ao nascer (baixo peso ao nascer < 2500 g, masculino: n=44, feminino: n=32; e peso normal ≥ 3.000 g e ≤ 3.999 g, masculino: n=65, feminino: n=66. Média de peso normal ao nascer: gênero masculino = 3380 e gênero feminino = 3243 e média de baixo peso ao nascer: gênero masculino = 2074 e gênero feminino = 2180. Para avaliação antropométrica, foram aferidos a massa corporal, a estatura, o perímetro cefálico e as dobras tricipital, subescapular, bicipital, suprailíaca e geminal. Para avaliação da composição corporal, foram usados o somatório de dobras subcutâneas (tricipital+subescapular), índice de massa corporal (IMC), massa gorda (MG) e massa magra (MM). Para avaliação do estado nutricional foram utilizados os índices peso/idade, altura/idade e peso/altura. O nível de atividade física habitual (NAFH) foi avaliado com o questionário Godin-Shephard. O nível de aptidão física foi avaliado de acordo com as baterias FITNESSGRAM, EUROFIT, AAHPERD e PROESP-BR. Os achados indicam que o baixo peso ao nascer está associado a um aumento das dobras de adiposidade em meninos BPN aos 9 anos de idade. A correlação entre o somatório de dobras e o percentual de gordura foi negativa e significativa entre os grupos PN e BPN de ambos os gêneros e em todas as faixas etárias para o VO2 máx. Os resultados apontaram ainda que crianças BPN aos 7 e 8 anos de idade apresentam desempenho inferior na força muscular e na velocidade comparativamente aos seus pares com peso normal |