Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
PESSOA, Ana Carolina Bastos de Pinho |
Orientador(a): |
POMPELLI, Marcelo Francisco |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Biologia Vegetal
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29368
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Resumo: |
O objetivo do presente trabalho foi analisar as modificações morfofisiológicas de Poincianella pyramidalis em dois anos consultivos: um ano seco e outro chuvoso, em condições naturais de campo num ambiente de Caatinga. O experimento foi realizado com plantas adultas, nas quais foram feitas medidas de potencial hídrico foliar (Ψw), trocas gasosas, temperatura foliar, análises bioquímicas do metabolismo primário vegetal, como proteínas, aminoácidos e carboidratos, além de prolina, aldeído malônico e peróxido de hidrogênio, área foliar específica (AFE) e área do folíolulo (AF). No ano seco os valores de Ψw foram extremamente negativos afetando de forma negativa a capacidade da planta de realizar trocas gasosas. Os valores de fotossíntese líquida (AL) foram maiores durante o ano chuvoso, quando comparado às médias avaliadas no ano seco, onde não se verificou nenhuma diferença significativa entre os diferentes parâmetros relacionados às trocas gasosas ao longo dos horários do dia. Por outro lado, no ano chuvoso, as médias de AL foram maiores no início do dia, com queda a partir das 12:00 h. Esse comportamento foi semelhante para a transpiração (E). Independente do ano avaliado, o padrão de acúmulo dos metabólitos celulares também variou bastante no decorrer dos meses. Os resultados, como menores teores de clorofilas totais, sugerem que a espécie P. pyramidalis poderia suportar grandes períodos de seca sem que houvesse comprometimento celular e ainda que ela possui plasticidade fenotípica altamente regulada. Essa plasticidade possibilitaria que a planta sobrevivesse mesmo com as adversidades inerentes ao ecossistema da Caatinga e que ela se encontra adaptada a esse tipo de ecossistema. |