Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
SILVA, Pollianne Barbosa da |
Orientador(a): |
SOUZA, Fábio Santos de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Ciencias Farmaceuticas
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/18412
|
Resumo: |
Quando se trata da caracterização de fármacos ou produtos farmacêuticos deve-se ter em mente que as metodologias empregadas forneçam o maior número possível de informações e sejam complementares, essa caracterização se torna ainda mais importante quando são alteradas as propriedades físico-químicas do fármaco, sendo necessário um monitoramento. Nos últimos anos os pesquisadores têm estudado os fármacos com outro enfoque, tornando o que antes era considerando um efeito colateral como uma ação principal, ou ainda descobrindo novos usos com diferentes vias de administração; é o caso do ácido retinoico (AR), objeto de estudo desse trabalho. Com o objetivo de avaliar a aplicação das ferramentas analíticas na caracterização físico químicas do ácido retinoico, o presente trabalho utilizou DSC, FTIR e PDRX para a análise da formação de cocristais e dispersões sólidas entre o ácido retinoico (AR) e os adjuvantes tecnológicos ácido cítrico (AC), ácido sórbico (AS) e nicotinamida (NI). No estudo de estabilidade foi utilizada a termogravimetria, com o modelo cinético de Osawa. Os resultados das análises revelaram a formação de dispersão sólida cristalina em acido retinoico – acido sórbico e acido retinoico – nicotinamida e de cocristal em acido retinoico – cítrico; a técnica de FTIR demonstrou a provável formação de pontes de hidrogênio em ARAC LIO e a PDRX demonstrou a ocorrência em todas as amostras do sistema cristalino monoclínico, apesar de apresentarem grupos espaciais, volumes de célula unitária e parâmetros de rede distintos. As análises por termogravimetria demonstraram que ARAC LIO mostrou-se a mais instável das amostras e que AR apresentou cinética de degradação de ordem superior influenciada pela razão de aquecimento. Dessa forma foi possível concluir que as ferramentas analíticas utilizadas foram elucidativas, rápidas e de grande importância na pesquisa do AR e adjuvantes tecnológicos, utilizando a chamada “química verde”, mais ecológica e econômica que as convencionais. |