O desafio da Governança compartilhada na Rede de políticas do Grande Bom Jardim

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: OLIVEIRA, Felipe Peixoto Pinheiro de
Orientador(a): ANDRADE, Jackeline Amantino de
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/1219
Resumo: Esta pesquisa tem como objetivo explicitar os motivos do insucesso em duas estratégias de transição da governança centralizada para a governança compartilhada na Rede de Políticas do Grande Bom Jardim. Com esse intuito, a pesquisa é fundamentada na teoria das redes de políticas através de Klijn (1996, 2005), O Toole (1997), Raab e Kenis (2007) e Van Bueren, Klijn e Koppenjan (2003). Além disso, no interior da teoria das redes de políticas, o foco é direcionado para a abordagem da governança com Börzel (2008), Mayntz (2005), Provan e Kenis (2008) e Schneider (2005). São trabalhadas três formas de governança: a centralizada, a compartilhada e a organização administrativa da rede (PROVAN; KENIS, 2008), e pesquisadas duas transições da governança centralizada no Centro de Defesa da Vida Herbert de Souza (CDVHS) para a governança compartilhada em duas estruturas de gestão: a Secretaria Executiva e as Comissões Gestoras. O método utilizado é o estudo de caso qualitativo, utilizando-se os seguintes instrumentais para a construção do material empírico: entrevista aberta e semi-estruturada, visita e observação direta ao campo e pesquisa documental. Como resultado da pesquisa tem-se dois grupos de motivos que explicam o insucesso nas estratégias de transição, um deles é representado por circunstâncias ao nível da rede: aumento do número de participantes, diminuição do consenso das organizações em torno dos objetivos da rede e aumento da necessidade de competências na rede; outro grupo é representado por dificuldades na constituição das estruturas de gestão: trabalho prioritário nas associações de moradores, falta de experiência em trabalho metódico e de gestão e falta de uma metodologia específica para condução da transição