Síntese de derivados inéditos da 3,1- benzotiazepina e 3,1- benzoxazepina

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2014
Autor(a) principal: Martínez, Walter Raysth
Orientador(a): Silva, Paulo Henrique Menezes da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Tese
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco.
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/12475
Resumo: A descoberta de novas metodologias para a preparação de anéis heterocíclicos tem despertado interesse devido a ocorrência destas unidades em diversos produtos naturais e por possuírem diferentes atividades farmacológicas. Dentre os diversos tipos de anéis heterocíclicos existentes, as benzotiazepinas e benzoxazepinas estão entre os mais importantes. Estes compostos se caracterizam pela presença de um anel benzênico fundido a outro anel de sete membros, contendo um átomo de enxofre e um átomo de nitrogênio, no caso das benzotiazepinas, ou um átomo de oxigênio e um átomo de nitrogênio, no caso das benzoxazepinas. De acordo com a posição dos heteroátomos, várias formas isoméricas destes compostos podem ser obtidas, sendo os isômeros mais comumente descritos os [5,1], [4,1], [1,3] e [2,1]. No entanto, a existência de um método eficiente para a preparação de isômeros do tipo [3,1] é escassa e o desenvolvimento de novas estratégias sintéticas que permitam a preparação destes compostos de maneira eficiente e convergente seria de grande importância. Desse modo, neste trabalho é descrita uma nova metodologia para a síntese de 3,1-benzotiazepinas e 3,1-benzoxazepinas a partir da ciclização do tipo 7-exo-trig de tiouréias ou uréias geradas in situ a partir da reação entre C-alil-anilinas e isotiocianatos ou isocianatos em uma reação do tipo one pot. Os compostos desejados foram obtidos em rendimentos que variaram de bons a moderados e foram então submetidos à avaliação in vitro do seu potencial antitumoral frente a diferentes linhagens de células. Os derivados 3,1-benzotiazepínicos foram os que exibiram melhores atividades citotóxicas contra as linhagens testadas.