Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
SANTOS, Luigi Deivson dos |
Orientador(a): |
MARTINS, Paulo Henrique Novaes |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Saude Coletiva
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/29889
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Resumo: |
A Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares marca a valorização dos recursos, sistemas e métodos não biomédicos relativos ao processo saúde/doença/cura, favorecendo a discussão e incentivo ao pluralismo médico no país e o conceito de integralidade no Sistema Único de Saúde. No mundo temos um cenário diversificado de institucionalização das Práticas Integrativas e Complementares (PICs) nos sistemas de saúde oficial, que varia de acordo com a história que cada país estabelece com a cultura dos povos tradicionais. O fato coloca as PICs num lugar desprivilegiado no campo de disputa do exercício legal/oficial. O estudo visa compreender os aspectos relacionados às dificuldades relatadas pelos gestores municipais para a implantação de serviços PICs no Sistema Único de Saúde. Trata-se de um estudo exploratório com abordagem qualitativa e quantitativa, que analisa os motivos relacionados à não implantação de serviços de PICs nas redes públicas municipais de saúde do Brasil. Os instrumentos técnico-normativo e as formas de financiamento estabelecidas para as PICs ainda se mostram inadequadas e/ou insuficientes no incentivo a ampliação da institucionalização das PICs. O trabalho contribui para análise e desenvolvimento de futuras estratégias de enfrentamento das barreiras citadas pelos gestores como impeditivas para implantação da oferta de serviços PICs. |