Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1999 |
Autor(a) principal: |
Da Silva Alcoforado, Elizabeth |
Orientador(a): |
Henrique Novaes Martins Albuquerque, Paulo |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9872
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Resumo: |
Este trabalho teve como propósito, compreender a(s) formação(ões) identitária(s) das mulheres que sobrevivem da prostituição, objetivando verificar se a dicotomia identitária - o anjo bom e o anjo mau - concorreria de que forma para a formação do processo político organizativo dessas mulheres. A efetivação do estudo tomou como parâmetro a definição de identidade social concebida a partir de um processo dinâmico em que o sujeito se conhece e é reconhecido socialmente. Desta forma, as atividades estruturantes dos agentes na elaboração e produção das representações e identidades demonstram que os indivíduos pensam e representam o mundo mediante referências gestadas no social. Na busca da compreensão das significações sociais que compõem essa construção identitária, aportamo-nos nos estudos acerca do campo representacional como forma de adentrarmos esse dúbio mundo vivido pelas mulheres prostitutas, enquanto anjos bons e maus. Delimitamos como unidade de análise as prostitutas inseridas no foco prostitucional da Rio Branco, área situada na parte histórica da cidade do Recife, como locus privilegiado, histórico e socialmente reconhecido da prostituição |