Análise da integração espacial de múltiplos sensores
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Ciencias Geodesicas e Tecnologias da Geoinformacao |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/30804 |
Resumo: | Esta pesquisa trata de experimentos da análise espacial multifonte de pontos das bordas do reservatório de Itaparica nas margens da cidade de Petrolândia e do perímetro irrigado de Apolônio Sales no município de Petrolândia, Pernambuco, Brasil, utilizando o método de fusão RGB-IHS de um recorte idêntico para as bandas da faixa do visível, representando a área de estudo (coordenadas do vértice inferior esquerdo do recorte: φ1=-9°2’1”; λ1=-38°19’55”; vértice superior direito: φ2=- 8°51’51”; λ2=-38°7’4”). Para a primeira fusão usou-se a banda pancromática (0,51 µm a 0,85 µm) de 5 m, e as bandas 7-6-5 do sensor MUX do satélite CBERS-4 de 10 m; e na segunda fusão foi utilizada a banda 8 pancromática (0,500 µm a 0,680 µm) de 15 m, e as bandas 3-2-1 do sensor OLI do satélite LANDSAT 8. Esta pesquisa desenvolveu um método simples e realizou experimentos para detectar e quantificar as mudanças em informação espectral nas imagens fusionadas. O método envolve séries de testes de perfis espectrais (número digital vs. Distância) nas interfaces água, vegetação e solo, que permitiram selecionar os perfis mais sensíveis as bordas; localizar e quantificar as discrepâncias entre bordas antes e depois das fusões, e ainda definiu três tipos de bordas sensíveis aos testes: solo exposto x água, área urbana x água, e vegetação x água (bordas homólogas com as mesmas coordenadas E, N), indicando quais das fusões obtiveram ganhos ou perdas na definição de bordas. As bandas 7-6-5 do sensor MUX (órbita-ponto 149- 110; 23/01/2017) fusionadas de 10 m para 5 m, com 8 bits (256 níveis de cinza), demonstrou excelente ganho na capacidade de separar bordas, ganho este superior ao da fusão das bandas 4-3-2 de 30 m fusionadas para 15 m do sensor OLI (órbita-ponto 216-066; 26/01/2017), apesar de possuir uma maior quantização, de 16 bits (65536 níveis de cinza). O maior ganho depois da fusão na capacidade de definir bordas do MUX CBERS-4 foi comprovado pelas maiores variações de ND dos perfis espectrais nas bordas, quando comparadas aos resultados dos mesmos perfis do OLI LANDSAT-8. Os ganhos em contraste foram quantificados estatisticamente pela média e desvio-padrão, e matriz de correlação, entre recortes das bandas não fusionadas e fusionadas; as grandes diferenças entre média e desvio-padrão entre as bandas da composição R7-G6-B5 do MUX CBERS-4, indicam um ganho excelente em contraste para as bordas testadas, ao contrário dos ganhos menores na composição R4-G3-B2 do OLI LANDSAT 8, que mostrou pequenas diferenças entre média e desvio-padrão, e baixa separação de bordas nos perfis. |