Segurança em entrada e partida passivas de automóveis: uma revisão da literatura e um modelo
Ano de defesa: | 2018 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
UFPE Brasil Programa de Pos Graduacao em Ciencia da Computacao |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/33901 |
Resumo: | No começo da indústria automobilística, os veículos eram basicamente constituídos de sistemas mecânicos. Dentre esses sistemas, estavam não só sistemas como o de frenagem e aceleração, como também, o sistema antifurto, que era composto por uma simples chave mecânica. Porém, o uso da chave mecânica tornava os automóveis sujeitos a furtos por meio da duplicação das chaves ou arrombamento da fechadura. Dado o crescente número de furto de veículos, especialmente nas grandes cidades, e o advento da eletrônica, a indústria automobilística introduziu nos veículos os sistemas de entrada remota sem chaves ou RKE (Remote Keyless Entry) em meados dos anos 80. No entanto, os primeiros sistemas de RKE acrescentariam apenas mais comodidade do que segurança propriamente dita, pois eram facilmente clonados e não evitavam técnicas comuns de roubo de carro a partir da “ligação direta” no sistema de ignição. Desta forma, com o objetivo de diminuir o número de roubo de carros, a indústria automobilística passou a utilizar sistemas imobilizadores como uma proteção extra ao sistema de ignição. Em 1995, esses sistemas passariam a se tornar obrigatórios em veículos fabricados na União Europeia, medida que foi seguida por países como Austrália, Nova Zelândia e Canadá. Contudo, apesar dos esforços da indústria contra os roubos de veículos, os sistemas utilizados ainda apresentaram falhas de segurança. Essa ausência de segurança nos veículos trouxe sérios problemas à indústria automotiva nos últimos anos. Estudos recentes comprovam que veículos modernos ainda podem ser abertos e ligados sem autorização do proprietário. Nesse contexto, esta dissertação propõe uma revisão da literatura que consiste em uma revisão sistemática e uma revisão exploratória sobre controle de acesso e partida sem chaves. A partir disso, propõe-se um modelo de entrada e partida sem chaves (ou PKES - Passive Keyless Entry and Start) para veículos com foco em segurança e baseados em smartphones. |