Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Rogério Reynaldo Maia Alves Filho, João |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4600
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Resumo: |
A taxa de juros é uma das principais variáveis de interesse por parte dos agentes numa economia, sendo componente fundamental na tomada de decisões de investimento. Quanto mais elevada, menos atraentes estes se tornam. Neste sentido, o presente estudo buscou mostrar que, efetivamente, os juros reais no Brasil nunca foram tão altos quanto o governo diz que eram. Foram analisadas as taxas de juros reais associadas a diversos índices gerais de preços divulgados no país, com e sem o pagamento devido da tributação. Demonstrou-se que os juros reais acumulados entre os anos de 1995 e 2005, pagos pelo governo e recebidos pelos que adquiriram títulos federais neste período, situaram-se entre 203,69% (referente ao IGP-M / FGV) e 333,62% (referente ao IPC-SP / FIPE). A taxa de juros real acumulada, calculada através do IPCA / IBGE índice de preços oficial do país , foi equivalente a 294,37%. Quando consideramos os resultados para os ganhos devidamente tributados, encontramos que os juros reais pagos situaram-se entre: 95,48% (referente ao IGP-M / FGV) e 179,48% (referente ao IPC-SP / FIPE). A taxa de juros real acumulada, calculada através do IPCA / IBGE índice de preços oficial do país , foi equivalente a 154,09%. Ou seja, a taxa de juros real efetivamente paga difere bastante dependendo do indexador utilizado, bem como tende a ser efetivamente menor por conta quando consideramos a questão tributária |