Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
SOUZA, Rosangela Vieira de |
Orientador(a): |
CUNHA FILHO, Paulo Carneiro da |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Design
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/38980
|
Resumo: |
Esta tese propõe um olhar sobre as imagens no design, a partir da perspectiva do historiador da arte alemão Aby Warburg e das pranchas de imagens apresentadas no seu atlas Mnemosyne. O problema desta pesquisa surgiu da inquietação diante do não-saber da imagem, a qual não encontra respostas através dos modelos apresentados pelo design. E a questão central que esta investigação procura responder, é se seria possível, através da abordagem realizada por Aby Warburg para o estudo da imagem, encontrar respostas para a inquietação diante das imagens no design? A justificativa para escolha do estudo da imagem e da abordagem proposta por Warburg parte pela necessidade de ampliar as áreas de pesquisa no design, as quais possibilitem ao pesquisador expandir sua forma de olhar. A aposta é que através da forma como Warburg estudou as imagens, o design, mas precisamente o design gráfico, possa ter uma perspectiva diferente para recolocar as questões de pesquisa; a partir de uma experiência do olhar que suscite experimentar novas perguntas, e permita incorporar um saber silencioso, intuitivo, o qual busca captar algo além das formas. Os resultados obtidos através dos exercícios experimentais realizados mostraram que o pensamento de Aby Warburg ainda é válido para pensar as imagens, como também, para olhar as imagens no design. Além disso, a partir da revisão teórica e dos exercícios realizados, foi possível propor caminhos para que o design possa observar a complexidade da imagem além dos aspectos gráficos e da linha cronológica do tempo. Um olhar que solicita deslocamentos, para que se possa ampliar as fronteiras do saber, e abrir espaço para o inesgotável das relações que as imagens suscitam. |