Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2004 |
Autor(a) principal: |
Helena Pontes de Carvalho, Flávia |
Orientador(a): |
Ramos Lacerda de Melo, Heloísa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/7374
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Resumo: |
A infecção com o vírus da hepatite C (HCV) é comum em indivíduos infectados pelo vírus da imunodeficiência humana e representa um importante problema de saúde pública. Ambos os vírus compartilham as mesmas vias de transmissão através da via parenteral, sexual e transversal, através da mãe para o feto. No Brasil e em outros lugares do mundo, a prevalência da co-infecção HCV/HIV é de 15 a 30%. O objetivo deste estudo foi avaliar a prevalência, determinar os genótipos e os fatores de risco para a hepatite C em pacientes portadores do HIV atendidos no Serviço de Doenças Infecto-parasitárias do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco. A coleta dos dados foi realizada no período de março a dezembro de 2003. Os pacientes responderam a um questionário que continha alguns dados pessoais, como idade, sexo, ano de transfusões sangüíneas e ou hemoderivados, tatuagem e uso de drogas injetáveis. Os fatores de risco foram avaliados através da análise univariada e através da regressão logística multivariada. A avaliação estatística foi usado o programa Epiinfo 6.0 e o programa SPSS PC versão 8.0. Foram estudados 343 pacientes portadores do HIV, dos quais 14(4,1%) foram positivos para o HCV (testados pelo ELISA e PCR), 9 (69,29%) eram homens e 5 (35,71%) mulheres e a faixa etária mais acometida foi de 30 a 39 anos. Analisando os fatores de risco, o estudo mostrou que o sexo, idade, uso de drogas injetáveis e tatuagem não tiveram uma associação estatisticamente significativa com a positividade para o HCV. Entretanto, indivíduos que realizaram transfusão sangüínea teve uma associação significativa com a positividade para o HCV. Os genótipos mais prevalentes foram: 04 (1b), 02 (1a) e 03 (3). Concluindo, no nosso estudo, os resultados mostram que indivíduos que realizaram transfusão sangüínea têm um risco maior de se infectar com o HCV |