Refluxo gastroesofágico patológico: prevalência e sua associação com atopia em crianças atendidas no Hospital Helena Moura, na Cidade do Recife

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: COSTA, Aldo José Fernandes
Orientador(a): SILVA, Giselia Alves Pontes da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Pernambuco
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/9681
Resumo: OBJETIVO: Determinar as prevalências do Refluxo Gastroesofágico Patológico (RGEP) e dos marcadores pessoais e familiares de atopia e possível associação em crianças de um a doze meses de idade, atendidas no Hospital Helena Moura, na cidade do Recife, Pernambuco, Brasil. MÉTODO: O desenho do estudo foi transversal. A população foi constituída por crianças menores de um ano de idade, com história de apresentar regurgitação por um período mínimo de três semanas. A amostra estudada, no período de janeiro a agosto de 2002, consistiu de 798 crianças, para a análise de prevalência do RGEP, e de uma subamostra de 434 crianças, para análise da possível associação entre RGEP e marcadores de atopia. Os critérios diagnósticos foram baseados no Consenso de Roma II, para RGEP e nos Critérios de Martinez, para os marcadores de atopia. RESULTADOS: A prevalência de RGEP foi de 11,15% (89/798), sendo maior nos dois primeiros trimestres de vida. Cerca de 25% das crianças estudadas (108/434) apresentaram marcadores pessoais e familiares de atopia positivo, que foram mais freqüentes entre as crianças com RGEP, mas a diferença não foi significativa do ponto de vista estatístico, (p = 0,07). CONCLUSÕES: A prevalência de RGEP na população estudada foi semelhante ao relatado na literatura. Marcadores de atopia familiares e pessoais foram observados, com maior freqüência, entre as crianças portadoras de RGEP