Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
SANTOS, Humberto Mycael Mota |
Orientador(a): |
NÓBREGA, Ana Cecília Vieira da |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pos Graduacao em Engenharia Civil e Ambiental
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/35091
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Resumo: |
O resíduo do polimento do porcelanato (RPP) é gerado no processo de produção do porcelanato, em que grande parte são depositado em aterros. Tem-se como objetivo utilizar esse resíduo na produção de concretos sustentáveis, tanto como adição quanto material cimentício suplementar (MCS), e analisar a sua influência em relação às propriedades do concreto nos estados fresco e endurecido, à cristalografia, à termogravimetria e à emissão de CO₂. Concretos de 30 MPa foram dosados com base no método da Associação Brasileira de Cimento de Portland (ABCP). O RPP foi avaliado como adição nos teores de 10, 20, 30, 40 e 50%, com relação à massa do cimento, e como material cimentício suplementar nos mesmos teores substituindo parcialmente o cimento. Além disso, o consumo de cimento foi mantido constante para todas as misturas, a fim de avaliar a real interferência do RPP. Os resultados mostraram que a incorporação do RPP em ambas as situações, adição e MCS, diminuiu o abatimento, sendo atenuado com o uso de superplastificante. No estado endurecido, todos os concretos com adição e os de substituição de 10-40% apresentaram-se como uma solução viável para o desenvolvimento de estruturas de concreto mais resistentes e duráveis, pois foi obtido maiores resistência à compressão e melhores desempenho nos indicadores de durabilidade. A análise térmica comprovou que o RPP possui atividade pozolânica, e a análise de emissão de CO₂ constatou que a incorporação de RPP como adição e substituição reduz a emissão equivalente de CO₂ por m³ do concreto. |