Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
BARROS, Thiago Almeida
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Orientador(a): |
RAVENA, Nírvia
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal do Pará
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Sustentável do Trópico Úmido
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Departamento: |
Núcleo de Altos Estudos Amazônicos
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufpa.br/jspui/handle/2011/9305
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Resumo: |
Este trabalho faz uma análise de conteúdo acerca do debate sobre a matriz energética brasileira na mídia em dois momentos de crise no setor: primeiro em 2001-2002, no governo de Fernando Henrique Cardoso, quando ocorreram o apagão e o racionamento e políticas públicas emergenciais foram incluídas no PPA; segundo, em 2008-2009, no governo Lula, quando criou-se a impressão de que o parque energético brasileiro não suportaria o crescimento da economia, sobretudo diante da ameaça de novos blecautes, o que motivou a criação de um componente energia elétrica no PAC. A partir do corpus, coletado de edições dos jornais O Globo, Folha de S. Paulo e O Estado de S. Paulo no período, identificamos os grupos de pressão e atores com maior ocorrência na esfera midiática e como eles legitimam o discurso de desenvolvimento limpo e vocação da Amazônia para abrigar grandes hidrelétricas como Belo Monte (no Pará), São Francisco e Jirau (em Rondônia). Os grupos, ligados aos setores industrial e de construção civil, utilizam a mídia como mais uma das ferramentas para influenciar o comportamento da opinião pública e provocar reações do governo, que acaba por reiterar os interesses das empresas. |