Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Rayol, Rayane Araújo Castelo Branco |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/124569
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Resumo: |
O presente trabalho busca analisar o impacto da conduta digital do trabalhador no contrato de trabalho, de forma a averiguar os limites existentes entre o poder empregatício e os direitos fundamentais da liberdade de expressão, da intimidade e vida privada do trabalhador. Com as novas tecnologias digitais, a vida pessoal muitas vezes mistura-se com a profissional, havendo uma ampla exposição de conteúdos nas mídias digitais a um alcance rápido e global, possibilitando, no contrato de trabalho, a constante vigilância pelo empregador. Pretende-se investigar neste estudo se é possível e, se sim, em que medida o empregador pode utilizar as publicações do trabalhador nas mídias digitais na fase de contratação ou na dispensa, sobretudo por justa causa. Dessa forma, inicia-se a abordagem com uma análise da era digital, caracterizada pela sociedade da informação, e quais mudanças essa ocasionou no mundo do trabalho. Para melhor compreensão do assunto, o estudo também contempla uma análise do poder empregatício, suas vertentes e natureza jurídica, em cotejo com um estudo dos direitos fundamentais da liberdade de expressão, intimidade e vida privada. Por fim, analisou-se a possibilidade de utilização, pelo empregador, da conduta virtual do trabalhador na fase précontratual e para aplicar-lhe a dispensa por justa causa ou com cunho discriminatório, buscando parâmetros na jurisprudência e legislação nacional e comparada com Portugal para ponderar os interesses em conflito. Quanto à metodologia utilizada, o trabalho possui uma perspectiva descritiva e analítica, a partir de pesquisas bibliográfica, documental e jurisprudencial, com abordagem qualitativa, por meio de livros, artigos científicos e documentos nacionais e estrangeiros, de forma a buscar critérios para a balização do fenômeno em estudo. Para tanto, utilizou-se das plataformas Scielo, Ebscohost, Vlex, Google Schoolar, Research Gate, periódicos da CAPES e Revista dos Tribunais. Palavras-Chaves: Conduta virtual. Sociedade da Informação. Direito do Trabalho. Poder Empregatício. Limites. Vida privada. Intimidade. Liberdade de expressão. |