Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Malveira, George Linard Silva |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/126319
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Resumo: |
Há 20 anos os medicamentos genéricos passaram a ser fabricados, comercializados e prescritos no Brasil, ampliando a diversidade de opções e facilitando o acesso a tratamentos, com custos mais reduzidos. O tratamento farmacológico é a principal estratégia de controle em epilepsia. A maioria dos medicamentos anti-crises (MAC) é produzida por mais de um fabricante e as marcas se dividem em referência (inovador), similares e genéricos (nome do princípio ativo). Sua fabricação e venda são reguladas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A literatura, entretanto, ainda é controversa em relação às diferenças terapêuticas entre os MAC inovadores, genéricos e similares, com resultados variáveis e problemas metodológicos. O topiramato (TPM) é um MAC empregado no tratamento de diversos tipos de crises e síndromes epilépticas, e está disponível no Brasil em grande número de genéricos e similares, além da marca inovadora. Os objetivos do projeto foram 1) revisar a história do uso de medicamentos genéricos no Brasil e os diferentes estudos de comparação entre genéricos e medicamentos de referência, sendo consideradas publicações entre 2000 e 2020 obtidas nos portais PubMed e LILACs/Medline pelos descritores "epilepsia", "topiramato" e "medicamentos genéricos", assim como outras referências relevantes, e 2) realizar estudo experimental utilizando modelo animal de crises epilépticas induzidas por pentilenotetrazol (PTZ), em modelos agudo e crônico (kindling). Camundongos Swiss foram previamente tratados com cinco diferentes marcas de TPM (referência, dois similares e dois genéricos) e tiveram comparadas entre os grupos as latências, a partir da injeção de PTZ, para o início das manifestações, para as convulsões e para o óbito. O levantamento bibliográfico resultou na revisão de 124 publicações. O experimento não demonstrou diferenças significativas entre as marcas de TPM quanto a efeito protetor nos modelo animais agudo e crônico. Em conclusão, a literatura vem convergindo para a recomendação de uso de MAC genéricos em inícios de tratamento com eficácia e segurança comparável aos respectivos inovadores. O experimento também não detectou diferenças significativas entre inovador, genéricos e similares. Palavras-chaves: Epilepsia; Topiramato; Medicamentos Genéricos;Pentilenotetrazol. |