Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Ribeiro, Lara Maia Vieira de Sousa |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/590799
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Resumo: |
A adesão vacinal entre profissionais de saúde é essencial para a prevenção de doenças transmissíveis, protegendo os próprios profissionais, familiares e pacientes. Esta pesquisa aborda a desinformação e a hesitação vacinal entre profissionais de saúde em Fortaleza, com foco em fatores que influenciam o comportamento vacinal. Objetivo: Investigar os fatores que influenciam médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem a aderirem ou hesitarem quanto à vacinação, além de avaliar as práticas de recomendação vacinal desses profissionais. Metodologia: Foi realizada uma pesquisa quantitativa, com questionário estruturado digital (Google Forms), aplicado entre junho e julho de 2024. Participaram 403 profissionais de saúde (médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem) com atuação em instituições públicas e privadas de Fortaleza. A amostra incluiu profissionais de diferentes níveis de atenção à saúde e formados no Brasil. Os dados foram analisados com foco em variáveis como tempo de atuação, conhecimento sobre vacinas, causas de hesitação vacinal e práticas de recomendação. Resultados: Observou-se que médicos, em geral, têm mais tempo de atuação e maior confiança para recomendar vacinas, enquanto enfermeiros e técnicos/auxiliares expressam maior interesse em capacitações, indicando uma autopercepção de necessidade de atualização. Os fatores de hesitação vacinal incluíram medo de eventos adversos e a percepção de desnecessidade de algumas vacinas, sendo mais comuns entre técnicos/auxiliares. Em relação à recomendação de vacinas, os médicos apresentaram a maior taxa de adesão, seguidos pelos enfermeiros e técnicos/auxiliares. Discussão: As diferenças de perfil entre os grupos profissionais sugerem que o tempo de atuação e a formação acadêmica influenciam a adesão vacinal e a recomendação de vacinas. Profissionais com menor tempo de experiência ou formação menos aprofundada mostraram maior hesitação vacinal, o que reflete a necessidade de intervenções educativas direcionadas. A análise das campanhas de comunicação também indica a importância de estratégias segmentadas para atender as expectativas específicas de cada categoria profissional, reforçando a importância da confiança na orientação pública. Conclusão: As diferenças entre as categorias profissionais indicam a importância de programas de capacitação segmentados e de campanhas de comunicação direcionadas às especificidades de cada grupo. O estudo aponta para a necessidade de educação continuada em saúde e comunicação assertiva, com o objetivo de fortalecer a confiança e a cultura vacinal entre profissionais de saúde. Palavras-chave: Adesão Vacinal, Hesitação Vacinal, Profissionais de Saúde, Vacinação, Políticas Públicas. |