Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Moreira, Wislane Carlos Pinto |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/121459
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Resumo: |
A exodontia de terceiros molares é um procedimento de rotina na clínica odontológica e costuma gerar um quadro pós-operatório desconfortável, com presença de dor, edema e trismo. Com a finalidade de reduzir tais sintomas, o cirurgião-dentista possui inúmeras modalidades terapêuticas. Dentre elas, a terapia à laser em baixa intensidade vem sendo muito utilizada. O objetivo do presente estudo foi avaliar a eficácia terapêutica do laser em baixa intensidade do tipo arsênio-gálio-alumínio (AaGaAl) na redução de dor e edema no pós-operatório de cirurgia de terceiros molares. Foram selecionados 20 pacientes com terceiros molares inferiores bilaterais, hígidos, semi-inclusos, mesioangulados ou verticais, em posição A ou B, e classe 1 ou 2 de Pell & Gregory. Os pacientes foram submetidos a duas sessões cirúrgicas distintas para remoção dos terceiros molares inferiores, em um intervalo mínimo de 15 dias, por um mesmo cirurgião com mais de 10 anos de experiência na área e que realizou todos os procedimentos cirúrgicos em tempo equivalente e mantendo a técnica cirúrgica. Imediatamente após o procedimento, os pacientes receberam radiação com espectro infravermelho do laser em baixa intensidade de 100mW com comprimento de onda de 808nm e 4 J de energia em uma dose única no lado teste (dente 48). O lado oposto, lado controle (dente 38), seguiu o mesmo protocolo cirúrgico, porém não recebeu aplicação do laser. Foram avaliados 16 pacientes através de testes com escala visual analógica, consumo de analgésicos no pós-operatório e mensuração facial no pré-operatório e no segundo dia pósoperatório. Foi verificada a capacidade do laser em reduzir dor e edema respectivamente. Foi presenciado um quadro edematoso maior no segundo dia de pós-operatório no lado controle em comparação ao lado teste, evidenciando a capacidade do laser de modular a resposta inflamatória. A reposta dolorosa se situou entre os graus leve e moderada de dor no lado do laser (EVA Teste), já no lado controle (EVA Controle), a dor esteve entre os três níveis de dor leve, moderada e intensa, o que se confirmou através da maior quantidade de analgésicos (2,8 comprimidos) ingeridos no pós-operatório do lado controle em relação ao do lado teste (1,8 comprimidos). Pode se concluir que a laserterapia de baixa intensidade se apresentou eficaz na diminuição da dor e edema pós-operatório. |