Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Ramos, Júlia Caldeira |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Programa de Pós-Graduação em Geotecnia. Núcleo de Geotecnia, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto.
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://www.repositorio.ufop.br/handle/123456789/3474
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Resumo: |
Depósitos de rejeitos contaminantes de mineração exigem a adoção de sistemas de barreiras de fluxo como salvaguardas do meio ambiente local. Estes sistemas são executados comumente por meio da associação de camadas de argila compactadas com geomembranas, particularmente geomembranas de PEAD. Neste sentido, uma premissa de controle operacional de depósitos de rejeitos com essas barreiras inclui a avaliação e monitoramento do desempenho das geomembranas utilizadas como interfaces de estanqueidade ao longo do fundo e dos taludes laterais de depósitos de rejeitos. A questão primária que se impõe, portanto, tem foco na aferição da durabilidade das geomembranas em ambientes tão agressivos e a evolução de potenciais susceptibilidades das mesmas à exposição contínua aos rejeitos depositados. O escopo desse estudo consistiu na proposição de procedimentos simples e práticos para um adequado sistema de controle e monitoramento do desempenho de geomembranas de PEAD, confinadas em um depósito de rejeitos de zinco implantado no município de Três Marias/MG. A metodologia proposta incluiu procedimentos para exposição e coleta das amostras expostas aos rejeitos e o estabelecimento de propriedades-índices, mecânicas e térmicas, para serem monitoradas por meio de campanhas experimentais de ensaios de laboratório. Os resultados obtidos mostraram a viabilidade da proposta e sua validação, demonstrando, entretanto, que as medições feitas num prazo de 12 meses encontram-se ainda no domínio de variação das próprias características estruturais das geomembranas de PEAD, demandando, portanto, prazos suficientemente mais longos para que possam ser efetivamente adotados como parâmetros de controle do projeto. |