Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Gonçalves, Edimara Cristina Meliso |
Orientador(a): |
Oliveira, Dercir Pedro de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1816
|
Resumo: |
A temática apresentada neste trabalho insere-se no âmbito da pesquisa em sociolinguística voltada para a variação fonético-fonológica e os reflexos dessa variação na produção escrita de alunos do ensino fundamental de duas escolas de Campo Grande: uma pública, localizada na área periférica da cidade, e uma particular, localizada na área central urbana. O levantamento e análise das interferências da modalidade oral na produção escrita em Língua Portuguesa foram feitos com base na teoria da Sociolinguística Variacionista. O objeto da pesquisa recai sobre o interesse em mostrar as interfaces entre as linguagens: oral e escrita. O objetivo do trabalho foi o de registrar, descrever e interpretar as marcas das variedades linguísticas fonológicas, nos desvios decorrentes da transposição do ato da fala para a escrita de alunos do 5º ano do Ensino Fundamental, caracterizando e comparando a produção textual dos alunos, e também correlacionando a sua competência linguística com a estratificação social da escola. O método empregado nesta pesquisa foi o da Sociolinguística Variacionista Quantitativa (Labov 1972), com aplicação do programa computacional Goldvarb 2001. Após a compreensão das diferenças na apropriação da escrita dos alunos pelos postulados da sociolinguística foram averiguados os fenômenos da variação linguística e os dois maiores grupos destacados foram: o alçamento das vogais /e/ com 28% e alçamento das vogais /o/, com 21%. Os resultados mostraram que há uma correlação direta entre variáveis sociais e estruturais ligadas aos fenômenos estudados. |