Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Silva, Pamylla Mayara Pereira da |
Orientador(a): |
Euclides, Valéria Pacheco Batista |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/1889
|
Resumo: |
Panicum maximum está entre as forrageiras mais produtivas cultivadas no Brasil para a 7 alimentação de bovinos, equinos e caprinos. O objetivo neste trabalho foi caracterizar a 8 tolerância ao déficit hídrico de três cultivares de P. maximum (Massai, Mombaça e Tanzânia) 9 foi utilizado um método de avaliação fácil e rápido em casa de vegetação. As cultivares foram 10 avaliadas em três níveis hídricos de acordo com o volume total de poros do solo preenchidos 11 por água: 80% (normal), 50% (estresse moderado) e 30% (estresse severo). Avaliou-se altura 12 total da parte aérea da planta, medida a cada quatro dias; massa verde e massa seca da parte 13 aérea; e teor de clorofila. O experimento dividiu-se em duas etapas, uma para avaliação do 14 efeito do déficit hídrico nas três cultivares e a outra para avaliar a capacidade de recuperação 15 das cultivares. O delineamento foi inteiramente casualizado com três e duas repetições, 16 respectivamente. As plantas ficaram sob déficit hídrico por 12 dias e a recuperação durou 15 17 dias. Os dados foram submetidos à análise de variância e teste de Tukey- Kramer (p < 0,5). 18 Para a altura final das plantas após o estresse fez-se uma análise de regressão linear. Dentre as 19 características avaliadas a altura e a massa verde da parte aérea foram afetadas pelo déficit 20 hídrico. Tanzânia e Mombaça mostraram redução significativa na altura já no 8o dia de déficit 21 hídrico. Essas cultivares também apresentaram redução na massa verde da parte aérea, mas 22 não na massa seca. O déficit hídrico severo mostrou maior redução em comparação ao déficit 23 moderado. O teor de clorofila não foi significativo após o estresse, mas foi depois da 24 recuperação nas cultivares Tanzânia e Mombaça, mostrando que de certa maneira o estresse 25 afetou essa característica. Após recuperação, não se observou diferença significativa nem para 26 altura nem para massa verde da parte aérea, mostrando que todas as cultivares se recuperaram 27 nessas características. Massai foi a cultivar mais tolerante ao déficit hídrico, enquanto 28 Mombaça e Tanzânia mostraram comportamento parecido e foram sensíveis ao estresse. 29 Verificou-se também que é possível a partir de uma metodologia simples e rápida selecionar 30 cultivares com diferentes níveis de tolerância ao déficit hídrico. |