Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Oliveira, Aline Barbosa de
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Orientador(a): |
Fuser, Bruno
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Banca de defesa: |
Nunes, Márcia Vidal
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Pinheiro, Marta de Araújo
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Comunicação
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Departamento: |
Faculdade de Comunicação Social
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/3378
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Resumo: |
A pesquisa ocupa-se do uso da internet por jovens de diferentes classes sociais. Propõe uma análise das formas de apropriação da tecnologia, especificamente, da internet, por classes sociais distintas em diversas dimensões de seu cotidiano. O objetivo geral é verificar se há diferenças significativas no uso da internet por jovens de classes sociais distintas e quais fatores determinam as diferenças e/ou as semelhanças. Para tanto, realizamos entrevistas com jovens das classes A, C e D entre 15 e 17 anos no período de 19 de agosto a 01 de outubro de 2008, com uso de questionários semi-estruturados. Utiliza-se do materialismo histórico dialético como metodologia para a identificação dos princípios organizativos da sociedade. Privilegiam-se as reflexões de teóricos como David Harvey e sua análise da passagem do fordismo para o regime de acumulação flexível; Manuel Castells e sua descrição da sociedade da informação; Norberto Bobbio e sua interpretação dos conceitos de Estado e cidadania; André Lemos e sua revisão crítica sobre ciber-socialidade; e César Bolaño, com sua compreensão da economia política, globalização e comunicação. As considerações finais destacam que há significativas semelhanças nos usos da internet por jovens de classes sociais distintas. As maiores diferenças são relacionadas a questões econômicas, como maior consumo de vídeos entre jovens de classe A, que possuem acesso à rede por banda larga. No entanto, entre os que assistem vídeos, os assuntos, a finalidade e a freqüência são semelhantes, independente da classe social. |