Avaliação “in vitro” da infiltração coronária de materiais restauradores temporários em cavidades complexas classe II-mod submetidos à ação de termociclagem e forças mecânicas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Silva, Mauro Henrique Chagas e lattes
Orientador(a): Campos, Celso Neiva lattes
Banca de defesa: Sálvio, Luciana Andrea lattes, Luiz, Marcone Reis lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Clínica Odontológica
Departamento: Faculdade de Odontologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/1166
Resumo: O objetivo deste estudo foi avaliar “in vitro”, a microinfiltração coronária em cavidades complexas classe II-MOD seladas com materiais restauradores temporários, submetidos à ação de termociclagem e forças mecânicas. Cavidades MOD foram preparadas em 60 pré-molares superiores extraídos de humanos que foram divididos em três grupos de acordo com o material restaurador temporário (MRT) utilizado: G1- IRM; G2- Coltosol; G3- Fill Magic Tempo. Três dentes serviram como controle negativo e não tiveram cavidades preparadas. Antes do selamento das cavidades com o MRT, uma esponja de colágeno foi deixada dentro da câmara pulpar para avaliação binária da penetração do corante. Dez dentes de cada grupo foram submetidos à ação da termociclagem e forças mecânicas oclusais. Em seguida, toda a amostra foi imersa em corante Rodamina B a 0,5% a 37°C, por um período de sete dias, para difusão passiva do corante. Em sequência, os materiais restauradores temporários foram removidos para avaliação da infiltração. Todos os dentes examinados, exceto os controles negativos, apresentaram infiltração pelo corante, manchando a esponja contida na câmara pulpar. Todos os dentes selados com COLTOSOL fraturaram após ensaio mecânico, enquanto que aqueles com IRM e Fill Magic TEMPO mantiveram-se intactos macroscopicamente. Pôde se concluir que nenhum dos materiais testados impediu a penetração do corante. Não houve correlação entre a ação ou não das intempéries térmicas e mecânicas quanto à penetração do corante nas amostras no presente estudo.