Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Rocha, Maressa da
 |
Orientador(a): |
Barbosa, Alexandre Wesley Carvalho
 |
Banca de defesa: |
Brito, Ciro José
,
Trede Filho, Renato Guilherme |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Educação Física
|
Departamento: |
Faculdade de Educação Física
|
País: |
Brasil
|
Palavras-chave em Português: |
|
Área do conhecimento CNPq: |
|
Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/15458
|
Resumo: |
Este estudo teve como objetivo avaliar a combinação de variáveis cinemáticas baseadas em vídeo-análise ajustadas por covariáveis intrínsecas ao participante para prever a força excêntrica relativa durante o exercício nórdico. Os participantes (n = 21) realizaram o exercício nórdico (3 tentativas; 3 minutos de intervalo) em um dispositivo que avalia a força excêntrica. Os picos de força foram normalizados pela massa corporal. O software Kinovea foi usado para rastrear velocidade angular e linear e aceleração de vídeos gravados. Dois modelos de predição com equações de regressão linear múltipla associaram variáveis cinemáticas, antropométricas e de idade para ajustar a força excêntrica relativa real. As equações obtiveram um predito da força excêntrica relativa. A força excêntrica relativa real foi inversamente correlacionada com a altura (r = −0,52), aceleração tangencial (r = −0,50) e centrípeta (r = −0,715) e velocidade angular (r = −0,70). Os melhores modelos de previsão combinaram a velocidade angular com a idade (F2,18 = 15,1; p = 0,001; r =0,792; r 2 = 0,627) e com altura (F2,18 = 14,5; p = 0,001; r =0,785; r 2 = 0,616). Não foram observadas diferenças entre os valores reais e previstos (p = 0,993−0,994), com bons níveis de concordância e consistência (coeficiente de correlação intraclasse =0,77−0,78; Cronbach α = 0,86−0,87). Os resultados de Bland-Altman mostraram altos níveis de concordância e baixos vieses. O erro padrão de medição e as variações mínimas detectáveis foram de 0,46 a 0,49 N/kg e de 1,28 a 1,36 N/kg, respectivamente. Além disso, a porcentagem do erro padrão de medição ficou abaixo de 10% (7,92%–8,35%). A análise do coeficiente de variação retornou 14,54% e 15,13% para cada modelo, respectivamente. A análise cinemática oferece portabilidade e baixo custo às atuais técnicas baseadas em dinamometria para avaliar a força excêntrica relativa. |