Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Pontes, Sergio Castro
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Orientador(a): |
Chaoubah, Alfredo
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Banca de defesa: |
Ferreira, Gustavo Fernandes
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Galil, Arise Garcia de Siqueira
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Saúde Coletiva
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Departamento: |
Faculdade de Medicina
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/9561
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Resumo: |
O transplante renal é a terapia mais custo efetiva na doença renal crônica avançada, sendo a doença arterial coronariana a principal causa de morte no pós-operatório. A avaliação de risco cardiovascular pré transplante é importante para estratificar a possibilidade de eventos adversos maiores e propor medidas cardioprotetoras. Diversos fluxogramas têm sido propostos para uma avaliação objetiva, que permita decisões sensatas e econômicas. Realizado estudo econômico com Árvore de Decisões, horizonte de 6 meses e perspectiva no SUS, avaliando custo efetividade do ecocardiograma de estresse com dobutamina (Grupo2), comparado a angiografia coronariana (Grupo1), na avaliação cardiológica de pacientes transplantados renais, de alto risco cardiovascular e assintomáticos, cadastrados pela Santa Casa de Misericórdia de Juiz de Fora. Foram selecionados 51 pacientes com idade igual ou superior a 18 anos, submetidos ao transplante renal no período de agosto de 2012 a dezembro de 2017. Grupo 1: “Protocolo Invasivo” e Grupo 2: “Protocolo Não Invasivo” foram comparados. Os desfechos clínicos foram os eventos cardiovasculares maiores (morte cardiovascular, infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico) e morte por outras causas. Ocorreram 8 eventos cardiovasculares maiores (15%), sendo 6 eventos em pacientes do Grupo 1 (20% vs. 9,5%, p=0,311). Estratificando esse desfecho tivemos: morte cardíaca (13% vs. 0%, p=0,08), infarto agudo do miocárdio não fatal (6,6% vs. 4,8%, p=0,796) e acidente vascular encefálico (0% vs. 4,8%, p=0,227). Mortes por outras causas foram prevalentes (33,3% vs. 38,1%, p=0,726). Na analise econômica, o plano de custo efetividade demonstrou relação de dominância do ecocardiograma de estresse com dobutamina sobre a angiografia coronariana. Conclui-se que o ecocardiograma de estresse com dobutamina é custo efetivo em relação a angiografia coronariana, na estratificação de risco cardiovascular pré transplante renal, em pacientes de alto risco e assintomáticos. |