“Uma muy honrosa” patente militar: os mestres de campo nas Minas setecentistas (1709-1777)

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2013
Autor(a) principal: Dias, Gabriela Duque lattes
Orientador(a): Almeida, Carla Maria Carvalho de lattes
Banca de defesa: Carrara, Ângelo Alves lattes, Costa, Ana Paula Pereira lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em História
Departamento: ICH – Instituto de Ciências Humanas
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/6514
Resumo: O estudo dos mestres de campo, uma alta patente militar existente tanto em Portugal como em suas colônias, é o tema do presente trabalho. O cenário escolhido para compor esta pesquisa foram as Minas setecentistas entre os anos de 1709 e 1777. Há dois propósitos a serem alcançados: o primeiro consiste em tentar entender o que significava ser um mestre de campo na sociedade mineira colonial; o segundo é demonstrar a importância da posse de patentes militares para a configuração do perfil de uma elite local. Para tanto, busquei traçar e cruzar dados que sirvam para elucidar o significado dessa patente, em suas múltiplas esferas de atuação, destacando aspectos de sua trajetória e desvendando o universo de suas ações na busca incessante desses homens por diferenciação social. Com isso, procuro mostrar como a posse de patentes militares e, no caso deste estudo, a de mestre de campo, constituiu um fator importante na configuração de uma elite local e na construção de sua legitimidade social, bem como da eficácia da manutenção da boa ordem política no Ultramar.