Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Costa, Caio de Barros Martins |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Niterói
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/13401
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Resumo: |
Estudo dos usos do passado na construção simbólica do Reino de Inglaterra, observando a relação intrínseca entre a construção da identidade inglesa e o desenvolvimento do poder régio. Para tanto, analisamos a figura de Henrique V de Lancaster (1413-1422), e como o passado bíblico, hagiográfico e histórico foram utilizados na produção da imagem régia. Percebemos que o processo de evolução e transformação do pensamento político medieval, que envolve a centralização política, as lutas por legitimação e a produção simbólica do Reino, contribuem para a relação entre identidade, reino e poder régio. A produção cronística do século XV coloca a imagem dos reis como protagonistas das narrativas. O Rei torna-se um aglutinador e unificador das identidades do Reino, assim como das especificidades regionais e culturais. O passado torna-se um dos meios privilegiados para produção e consolidação de tal imagem sobre os Reis e o Reino. Utilizamos fontes que ligam a história do reino inglês ao passado bíblico, romano e da Cristandade, mas principalmente, a história dos reis ingleses e suas ações. Como fontes principais o The Regiment of Princes de Thomas Hoccleve, Chronicon Adae de Usk de Adam de Usk, The Chronica Maiora de Thomas Walsingham, The Book of Illustrious Henries e The Chronicles of England, ambas de John Capgrave. |