Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Ferreira Junior, Clébio Derocy |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/9766
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Resumo: |
O princípio biológico da Regeneração Óssea Guiada (ROG), amplamente difundido na odontologia, utiliza barreiras biológicas (membranas), que promovem a exclusão de células indesejáveis, visando a neoformação óssea. Em sítios de pós-extração, especificamente, é comum que estas membranas fiquem expostas, sendo necessário que apresentem características estruturais e mecânicas otimizadas para um fácil manuseio e a fim de evitar contaminação bacteriana. Dentre estas membranas biológicas, as compostas de politetrafluoretileno, principalmente as densas (d-PTFE), têm ganho destaque na última década por sua inércia e biocompatibilidade, além de serem capazes de impedir a penetração microbiana, mesmo quando expostas à cavidade oral. O objetivo deste estudo foi avaliar o manuseio clínico e analisar estruturalmente duas membranas de politetrafluoretileno. Para a avaliação do manuseio clínico, vinte alvéolos de pós-extração foram divididos em dois grupos. Um grupo recebeu membranas de e-PTFE (membrana A) e o outro grupo, membranas de d-PTFE (membrana B). Os procedimentos cirúrgicos foram realizados por cinco profissionais experientes. Cada profissional instalou duas membranas de cada marca. Nos momentos da instalação e da remoção das membranas os profissionais preencheram um questionário de avaliação do manuseio clínico. Para a caracterização estrutural das membranas, vinte amostras, sendo dez de cada marca, foram analisadas físico-quimicamente por difração de raios X, espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier, calorimetria diferencial de varredura e termogravimetria. Parte das amostras foi submetida a ensaios mecânicos e de superfície onde a espessura, a resistência à tração, a área superficial e as fotomicrografias eletrônicas de varredura foram avaliadas. Em relação ao manuseio clínico, ambas as membranas foram facilmente inseridas e se mantiveram estáveis nos sítios. Todas as membranas A apresentaram dificuldade e fragmentação no ato da remoção. As membranas B foram facilmente removidas e não se fragmentaram. As membranas A e B apresentaram características físico-químicas distintas. A análise de superfície e os testes mecânicos revelaram uma superioridade da membrana B em relação à membrana A. Este estudo conclui que, química e estruturalmente, as membranas A e B são diferentes. O melhor manuseio clínico da membrana B a torna mais segura do que a membrana A para o uso em ROG |