Cores e olhares no Brasil oitocentista: os tipos negros de Rugendas e Debret

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2009
Autor(a) principal: Freitas, Iohana Brito de
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Niterói
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://app.uff.br/riuff/handle/1/21996
Resumo: Este trabalho tem por objeto de estudo o registro de tipos negros nas Viagens Pitorescas de Jean Baptiste Debret e de Johann Moritz Rugendas. Através do diálogo texto-imagem, procuro compreender a visualidade que constroem e projetam do Brasil, especialmente dos africanos e de seus descendentes, e o papel destinado a estes na marcha civilizatória que reservam à jovem nação. Nesta jornada, desvendam-se múltiplas cores e feições, e uma linguagem pictórica que dialoga com a produção visual oitocentista, seja de pinturas, gravuras e até fotografias. Assim, procuro entender os olhares destes artistas, atenta a relação entre a construção de diferenças e similitudes e a produção de alteridade, como mediação entre a observação de um universo social e a produção dos registros visuais