Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Figueira, Maira Rocha |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/15313
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Resumo: |
O presente trabalho investiga um grupo de professores e professoras participantes de um projeto de extensão que atua na formação inicial e continuada nas interfaces entre Educação Ambiental crítica e Ensino de Ciências. Busquei identificar sentidos que os docentes atribuem à formação e produção curricular a partir da participação no projeto. Analiso as ações pedagógicas do projeto de extensão em duas escolas públicas do município do Rio de Janeiro e os desdobramentos das oficinas oferecidas nas práticas curriculares dos professores participantes. Discuto também os limites e possibilidades da vertente crítica da Educação Ambiental na escola a partir dos relatos dos professores e professoras. Parto dos referenciais teóricos da Educação Ambiental crítica, das teorias crítica e pós-crítica do Currículo, Ensino de Ciências e vertente crítica da extensão. Nesse sentido, considero que apesar de a Educação Ambiental estar universalizada na escola, a interface entre a Educação Ambiental crítica e o ensino de Ciências ainda é pouco explorada. A partir da narrativa dos docentes por meio de entrevistas no formato do grupo focal, entendo que os desdobramentos em suas práticas a partir da participação no projeto foram múltiplos e variados. Utilizando a metodologia da Análise de Conteúdo temática, reuni seis categorias dentro de dois grandes temas, que orientaram a discussão do material produzido a partir das entrevistas realizadas. Considero que o papel desenvolvido pela extensão universitária possibilita relações de reciprocidade entre universidade e escola, desenvolvendo temas pouco explorados pela pesquisa, como no caso da temática da alimentação na interface da Educação Ambiental com Ensino de Ciências. Entendo ainda que a mescla entre diferentes macrotendências da Educação Ambiental é característica de quaisquer conhecimentos que adentram o ambiente escolar por variadas vias e que são os docentes que determinam, em última instância, o desenvolvimento ou não das temáticas ambientais em sala de aula. Concluo que a extensão universitária é uma via bastante produtiva para a introdução de conteúdos e práticas de EA crítica nas escolas |