Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Silva, Nathalye Bini da |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/8472
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Resumo: |
A crescente utilização do titânio e ligas de titânio na Odontologia como uma consequência das vantagens deste metal, como excelente resistência corrosiva e propriedades mecânicas, evidencia a necessidade do conhecimento sobre o desempenho deste metal em próteses cimentadas. Considerando-se todo o conjunto protético, a interface entre o agente cimentante e o metal constitui o elo mais fraco nas restaurações. Os cimentos de ionômero de vidro (CIV) têm sido utilizados há cerca de 30 anos, e desde então algumas propriedades, como a liberação de flúor, compatibilidade biológica e adesão química às estruturas dentárias, têm comprovado a sua versatilidade e eficácia na prática clínica, quando corretamente empregados. O CIV convencional apresenta considerável diferença comparado ao CIV híbrido. Este último, assim chamado por conter em sua composição a adição de componentes resinosos, melhorou as propriedades físicas e mecânicas dos convencionais. Entretanto, as propriedades destes cimentos por si só não garantem o sucesso da cimentação protética, visto que a relação destes com o metal componente da prótese também é de fundamental importância. Testes mecânicos, como o de cisalhamento e o de flexão de quatro pontos têm sido utilizados para a avaliação desta relação, porque quantificam o potencial adesivo do conjunto protético, auxiliando na escolha do material adequado. O ensaio de flexão de quatro pontos consiste em um CP biapoiado, com os outros dois pontos equidistantes dos apoios, para aplicação de carga. Caso este corpo de prova seja um conjunto cimentado (hemicorpo de prova - cimento - hemicorpo de prova), o ensaio poderá determinar o potencial de adesão entre o cimento e o metal, já que a tensão aplicada é constante sobre o conjunto do vão entre os dois apoios internos. O ensaio de cisalhamento, embora mais popular, mostra-se menos confiável pela geometria do teste, associada com as concentrações de tensão no ponto de carregamento. Este estudo avaliou a resistência adesiva de um CIV convencional (Meron C) e um CIV híbrido (RelyX Luting 2) em liga de titânio (ti-6Al-4V), através da utilização de ensaio de flexão de quatro pontos. Os grupos foram formados tendo-se como referência os cimentos e a limpeza ultrassônica realizada ou não após o jateamento, que foi realizado em todos os espécimes: Grupo 1: CIV convencional sem limpeza ultrassônica; Grupo 2: CIV convencional após limpeza ultrassônica; Grupo 3: CIV híbrido sem limpeza ultrassônica; Grupo 4: CIV híbrido após limpeza ultrassônica. A média dos resultados de tensão máxima de flexão do grupo 3 foi a maior, os demais grupos apresentaram resultados não significantes entre si, os grupos 1 e 4 apresentaram resultados semelhantes, com o grupo 1 apresentando a média mais baixa. Conclui-se que o desempenho adesivo dos cimentos ionoméricos em superfície de titânio é influenciado pelas condições superficiais e componentes dos cimentos |