Reprocessamento sísmico 2D na região do Cone do Rio Grande, Bacia de Pelotas

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2023
Autor(a) principal: Zanato, Taís Renata
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://app.uff.br/riuff/handle/1/29028
Resumo: A aplicação de técnicas modernas de reprocessamento sísmico e uma alternativa mais ´ econômica e viável do que uma nova aquisição, principalmente em bacias com pouco apelo econômico. Apresenta-se o reprocessamento sísmico de uma linha 2D offshore, adquirida na Bacia de Pelotas no ano de 1990, a qual se estende desde águas rasas, até águas ultra profundas, cobrindo a região do Cone do Rio Grande. Foram aplicadas técnicas avançadas de processamento sísmico no tratamento de ruídos, deconvolução da assinatura da fonte (debubbling, deghosting), atenuação das múltiplas (SRMA e ´ WEMA), alem de gerar um modelo de velocidade para a migração pos-stack A aplicação de técnicas modernas da deconvolução da assinatura da fonte, nos resultou na delimitação de novos refletores sísmicos abaixo do fundo mar, ganho de amplitude e melhor resolução na seção pos-stack. Técnicas atualizadas de atenuação de múltiplas atenuaram múltiplas relacionadas a superfície em águas profundas, em águas rasas essas técnicas obtiveram melhores resultados na atenuação de reverberações e múltiplas internas. Por meio destas técnicas atualizadas de processamento sísmico, melhoramos significantemente o imageamento das estruturas geológicas tais como falhas, dobras e BSR (bottom simulating reflector), além de trazer refletores sísmicos, anteriormente ocultados na zona de sombra delimitada abaixo do fundo do mar.