Melão in natura como ingrediente em dietas para ovinos
Ano de defesa: | 2023 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Tese |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Centro de Ciências Agrárias - CCA
Brasil UFERSA Universidade Federal Rural do Semi-Árido Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://lattes.cnpq.br/5491095039598621 http://lattes.cnpq.br/5528854873542053 https://doi.org/10.21708/bdtd.ppgca.tese.11540 https://repositorio.ufersa.edu.br/handle/prefix/11540 |
Resumo: | O objetivo deste estudo foi avaliar o efeito da substituição de milho (MI) por níveis crescentes de fruto-refugo de melão (FRM) (Cucumis melo L.), sobre o consumo de nutrientes, digestibilidade, desempenho, rendimento de carcaça e qualidade da carne de cordeiros em confinamento. Trinta cordeiros machos (não castrados) sem padrão racial definido com peso corporal (PC) médio inicial de 22,68 ± 1,07 kg foram distribuídos em cinco dietas contendo crescentes concentrações de FRM: zero, 25, 50, 75 e 100% em substituição ao MI em relação à dieta total. Ao longo de 47 dias, foi realizada a mensuração da ingestão e do desempenho dos animais. A substituição de FRM diminuiu linearmente (p<0,05) o consumo de matéria seca, fibra em detergente neutro, carboidratos totais, carboidratos não fibrosos assim como nutrientes digestíveis totais. O consumo de proteína bruta foi influenciado de forma quadrática (p < 0,05) com a inclusão do melão na dieta. A substituição do MI pelo FRM diminuiu linearmente (p < 0,05) os coeficientes de digestibilidade da matéria seca, matéria orgânica, extrato etéreo, fibra em detergente neutro e carboidratos totais, não sendo observada variação (p>0,05) quanto à digestibilidade da proteína bruta e dos carboidratos não fibrosos. Houve também redução linear nos consumos de energia digestível e de energia metabolizável (p<0,05). Da mesma forma o peso final (p=0,040) e o ganho em peso médio diário (p=0,028) foram linearmente reduzidos em função da substituição do MI pelo FRM. Apesar das reduções observadas no consumo e na digestibilidade, nenhum componente da carcaça foi alterado em função das dietas avaliadas assim como não se verificaram modificações nos parâmetros físico-químicos da carne (p>0,05). Desta forma recomenda-se que o MI pode ser substituído em até 100% pelo FRM já que não houve alterações no produto final carcaça e carne dos animais. |