Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2005 |
Autor(a) principal: |
BONANNI, Carlos Gustavo |
Orientador(a): |
COSTA, Sebastião Carlos da
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Itajubá
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação: Mestrado - Engenharia de Produção
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Departamento: |
IEPG - Instituto de Engenharia de Produção e Gestão
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/3400
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Resumo: |
A utilização do DOE embora gerando resultados positivos, muitas vezes gera variâncias de resultados nem sempre previstos. Desta forma a previsibilidade destas variações seria de fundamental importância no sentido de gerar resultados práticos mais efetivos. Um caminho para isto pode ser através da associação de metodologias estatísticas que permitam congregar análises e gerar também nos resultados uma previsão da variabilidade encontrada nos processos. Em função destes aspectos este trabalho tem como objetivo fazer uma análise, através do uso do DOE juntamente com a Simulação de Monte Carlo, destas metodologias aplicadas em um estudo de caso real na área de soldagem MIG/MAG pulsada. O estudo é focado na influência sofrida na diluição, penetração, convexidade do cordão de solda e formação de respingos gerados pelo ajuste dos parâmetros de pulso, como corrente de pico, corrente de base, ciclo ativo e velocidade de alimentação do arame. Com isso, pretende-se encontrar configurações que garantam um intervalo de ocorrência de resultados próximos do ótimo para os aspectos geométricos da soldagem MIG/MAG Pulsado. Também será abordado no presente trabalho uma aproximação dos custos sofridos pelo processo estudado, do mesmo modo, inserindo a variabilidade nas respostas encontradas através da Simulação de Monte Carlo. Para tal será utilizada uma atmosfera protetora de Argônio Puro comparativamente com Argônio + 25% CO2. |