Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
AQUILA, Giancarlo |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação: Mestrado - Engenharia de Produção
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Departamento: |
IEPG - Instituto de Engenharia de Produção e Gestão
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País: |
Não Informado pela instituição
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/203
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Resumo: |
Através de estudos existentes na literatura, é possível observar que diversos países têm aplicado estratégias direcionadas para o incentivo de geração de energia elétrica por meio de fontes de energia renovável. Este trabalho apresenta um entendimento sobre o contexto e a evolução dessas políticas, destacando os principais tipos e aplicações, com foco no impacto das estratégias de incentivo para o produtor inserido no mercado de energia renovável brasileiro. Para isso, foram feitas análises de investimentos em uma usina eólica, no estado da Bahia, considerando as incertezas de geração de energia e exposição aos riscos de liquidação dessas diferenças. As análises incluem a possibilidade da usina comercializar energia em um ambiente regulado ou no livre mercado, analisando situações específicas para cada ambiente e para diferentes regimes de tributação. Além disso, analisaram-se cenários em que ocorre a possibilidade de comercialização de créditos de carbono, através da participação da usina no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo. Inicialmente são realizadas as análises determinísticas para cada cenário realizado, seguido pela análise de sensibilidade, também foram feitas as análises estocásticas que incorporam as incertezas nas principais variáveis identificadas na análise de sensibilidade e as incertezas relacionadas à geração de energia mensal da usina e ao preço de liquidação das diferenças, por último aplicou-se o Value at Risk que possibilitou a análise do pior cenário esperado do produtor em cada situação. Nota-se que no cenário brasileiro atual, os ambientes incentivados ainda apresentam características particulares capazes de mitigar os riscos do produtor, em um mercado que ainda está em fase de amadurecimento. |