Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
RIBIERO, Érica Carolina
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Orientador(a): |
GOMES, José Henrique de Freitas
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Itajubá
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Programa de Pós-Graduação: |
PPG - Programas de Pós Graduação - Itajubá
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Departamento: |
IEPG - Instituto de Engenharia de Produção e Gestão
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifei.edu.br/jspui/handle/123456789/4212
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Resumo: |
As mudanças climáticas têm afetado a disponibilidade e a renovação de recursos naturais e, nesse contexto, a água se torna um fator limitante para o desenvolvimento sustentável. Gerenciar os recursos hídricos de forma integrada é essencial, e as indústrias, que são grandes consumidoras de água, ocupam um lugar estratégico ao adotar um modelo de fabricação mais limpo. Com efeito, combinar técnicas enxutas e verdes se mostra uma solução eficaz para atender aos parâmetros sustentáveis. Uma revisão do estado da arte mostrou que o emprego conjunto de técnicas enxutas com a produção verde pode ser sinérgico em muitos aspectos, mesmo com objetivos filosóficos diferentes. Para tanto, o uso de ferramentas enxutas pode ser benéfico e, em especial, as ferramentas que mapeiam o sistema produtivo. Nesse sentido, este trabalho utilizou o Mapeamento do Fluxo de Valor para identificar o fluxo de água em uma indústria de alimentos, adaptando os parâmetros usados na cadeia de suprimentos para parâmetros hídricos. Os resultados indicaram que o Mapeamento do Fluxo de Valor poderia ser adaptado para identificar e mitigar os impactos associados ao uso da água nos processos da indústria alimentícia. O mapeamento do estado futuro tem o potencial de gerar reflexos positivos na sustentabilidade, promovendo o uso mais eficiente dos recursos e aprimorando a estrutura operacional da empresa. Isso possibilita a implementação dos três pilares da sustentabilidade: econômico, social e ambiental. Este enfoque visa não apenas aprimorar a eficiência no uso dos recursos hídricos, mas também fortalecer o compromisso com práticas sustentáveis e responsáveis, contribuindo para um modelo de operação mais consciente e alinhado com os princípios de sustentabilidade. |