Balanços de radiação e energia em área reflorestada com algaroba no seridó do Rio Grande do Norte.
Ano de defesa: | 2000 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN PÓS-GRADUAÇÃO EM METEOROLOGIA UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/4751 |
Resumo: | A presente pesquisa foi desenvolvida em duas áreas localizadas no município de Serra Negra do Norte - RN. Uma área com vegetação nativa - caatinga (6° 35' 49" S; 37° 14' 54" W) e outra reflorestada com algaroba (6° 36' 08" S; 37° 18* 31" W). O objetivo deste estudo foi comparar os balancos de radiação e energia da área de algaroba com a o da área de caatinga, durante dois períodos climáticos extremos: no verão, período de 01 a 31 de outubro de 1999 (período seco - onde apenas a algaroba permanece verde) e durante o período chuvoso, quando ambas as áreas estiveram completamente verde; de 09 de marco a 08 de abril de 2000. Para tanto, instalou-se duas torres micrometeorológicas: uma na área de caatinga com 8m e outra na área de algaroba com 14m. As aquisições de dados foram efetuados com microloggers 2IX, programados para realizarem leituras a cada segundo, e a partir dai calcularem medias a cada dez minutos. Os resultados obtidos mostraram, que embora principalmente no período seco os dois dosséis tivessem superfícies muito diferentes, a razão entre o saldo de radiação (Rn) e a radiação solar global (Kl), praticamente não apresentou diferença: no período seco nas áreas de caatinga e algaroba Rn representou 76,0 e 77,0% de Ki respectivamente, e durante o período chuvoso 77,1 e 78,3%. O aumento da umidade do solo na área de algaroba durante o período chuvoso, contribuiu para a diminuição do albedo nesta área. O fluxo de calor latente no período seco representou 96,7 e 104,2% do saldo de radiação nas áreas de caatinga e algaroba, respectivamente, e no período chuvoso 84,5 e 94,2%. Houve contribuição de energia por advecção de calor sensível durante todo o período seco, tanto na área de caatinga como na de algaroba. As regressões entre o saldo de radiação e a radiação solar global e entre o saldo de radiação e o fluxo de calor latente, para os dois períodos estudados, apresentaram ótimos coeficientes de correlação. |