Automação e monitoramento de reatores de bateladas sequenciais para tratamento de águas residuárias.
Ano de defesa: | 2015 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Engenharia Elétrica e Informática - CEEI PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA ELÉTRICA UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/19966 |
Resumo: | Atualmente, devido ao crescimento populacional e o aumento dos descartes de águas residuárias, estudos estão sendo desenvolvidos com a finalidade de otimizar os métodos de tratamento de esgoto existentes. Dentre estes, destaca-se o regime de bateladas sequenciais – RBS que possui flexibilidade de implementação e eficiência no tratamento. O processo de tratamento do RBS é realizado em reatores com fases de tratamento definidas, as quais são executas periodicamente de forma cíclica. O advento dos microprocessadores e computadores vem contribuindo para a automação dos processos de tratamento e na redução do consumo de energia. Nesta pesquisa é apresentado um modelo da automação e monitoramento de reatores de bateladas sequenciais para tratamento de águas residuárias. Este sistema é capaz de aferir e analisar a quantidade de oxigênio dissolvido, o nível do esgoto e a temperatura no reator. Também é capaz de adicionar e monitorar os períodos de cada fase de tratamento. O sistema embarcado utiliza o microcontrolador PIC 18F4550, um transceptor sem fio XBee, o transdutor HC-SR04, sensor de oxigênio dissolvido e Temperatura YSI 5739. Os dados medidos no reator são transferidos via RF para um computador pessoal utilizando o protocolo ZigBee, nesse computador é instalado o software codificado em JAVA, cuja finalidade é armazenar e apresentar de forma gráfica os dados aos usuários do sistema computacional. O sistema desenvolvido foi caracterizado e validado no laboratório de tratamento de esgoto da UEPB. No processo de validação, os dados aferidos pelos sensores do sistema embarcado foram comparados com equipamentos laboratoriais para verificar a congruência dos dados, em que apresentou pequenos desvios percentuais. O sistema de automação e monitoramento de águas residuárias apresentou um percentual de tratamento de 92% em cada batelada. |