Comparação do recalque avaliado através de tomografia computadorizada e medido em prova de carga realizada em solo poroso, estruturado, não saturado.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2003
Autor(a) principal: RAUSCH, Patrícia Mota.
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Campina Grande
Brasil
Centro de Tecnologia e Recursos Naturais - CTRN
PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA CIVIL E AMBIENTAL
UFCG
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/11803
Resumo: A proposta deste trabalho e um estudo da distribuição de recalques ao longo de um perfil de solo, apos a realização da prova de carga. Os valores de recalque medido são comparados com as previsões por método tradicionais. Estimou-se o valor do recalque indiretamente através da tomografia computadorizada. Para isto dividiu-se o perfil abaixo da prova de carga em camadas de 5 cm. Este trabalho foi realizado em Campo Novo do Parecis - MT. O solo encontrado na área de estudo e poroso, estruturado, colapsível e classificado como ML. Pedologicamente o solo e classificado como latossolo vermelho. Realizou-se ensaio de SPT que mostram valores de NSPT variando entre 1 a 15. O valor do Nspt e da ordem de 2 nos primeiros 5 m do perfil. Para a estimativa do recalque através da tomografia computadorizada relacionou-se o índice de vazios com o peso especifico do solo. Percebe-se claramente a diferença na distribuição do peso especifico do solo antes e depois da prova de diferença entre o peso especifico concentrou-se na profundidade inicial como esperava-se. As previsões de recalque foram realizadas pela Teoria da Elasticidade e métodos empíricos de Schmertmann (1978) e Costet & Sanglerat (1969). Os resultados mostraram no método empírico de Schmertmann um bom ajuste na previsão de recalque. Por outro lado a previsão da distribuição das deformações abaixo da prova de carga proposto por Schmertmann (1978) e o previsto são bastante diferentes.