Ecofisiologia da limeira ácida ‘Tahiti’ enxertada em híbridos de citros sob lâminas de irrigação.
Ano de defesa: | 2017 |
---|---|
Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Campina Grande
Brasil Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar - CCTA PÓS-GRADUAÇÃO EM SISTEMAS AGROINDUSTRIAIS UFCG |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/handle/riufcg/837 |
Resumo: | A região semiárida é caracterizada por irregularidade das chuvas e baixo índice pluviométrico, que limita o desenvolvimento da agricultura em condições de sequeiro, remetendo a necessidade do uso sustentável da irrigação, sendo necessário, o uso de espécies com potencial econômico, a exemplo dos citros, e que possam ser cultivadas com menor uso de recursos hídricos, tornando a agricultura mais eficiente. Neste sentido, a identificação de genótipos com maior tolerância ao estresse hídrico torna-se essencial para atender esta demanda. Assim, objetivou-se estudar o crescimento, fisiológicos e adaptabilidade ao estresse hídrico de combinações copa/porta-enxertos de citros durante a prefloração sob lâminas de irrigação no semiárido paraibano. O experimento foi realizado no período de agosto de 2016 a abril de 2017, correspondendo a 270 dias, na Fazenda experimental do Centro de Ciências e Tecnologia Agroalimentar da niversidade Federal de Campina Grande, em São Domingos -PB. No delineamento experimental de blocos casualizados, foram estudadas 11 combinações copa/portaenxerto sob lâminas de irrigação, perfazendo um esquema fatorial (11x2), com 3 repetições, totalizando 66 parcelas experimentais compostas por uma planta útil, cada. As combinações copa/porta-enxerto foram relativas à combinação de genótipos de porta-enxertos: 1. LIMOEIRO CRAVO COMUM (LCR); 2. Tangerineira Sunki Comum (TSKC) x [LCR x Poncirus trifoliata TR] – 01; 3. TSKC x (LCR x TR) – 018; 4. TSKC x (LCR x TR) – 20; 5. TSKC x (LCR x TR) – 029; 6. TSKC x Citrumelo Swingle CTSW – 022; 7. Tangerina Sunki da Flórida TSKFL x (LCR x TR) – 038; 8. TSKFL x (LCR x TR) – 044; 9. TSKFL x (LCR x TR) – 049; 10. TSKFL x (TCR x TR) – 062 e 11. TSKFL x (LCR x TR) – 069, enxertados com a limeira ácida „Tahiti‟. Tais combinações foram submetidas a duas lâminas de água, correspondentes a 50 e 100% da evapotranspiração de referência (ETo). Avaliaram-se, bimestralmente, iniciando-se 15 dias após o transplantio (DAT), variáveis fisiológicas e o crescimento das plantas durante a prefloração. xii Os genótipos enxertados na limeira ácida „Tahiti‟ podem ser cultivados no semiárido da Paraíba, mesmo sob baixo sob lâminas de irrigação de 50% da evapotranspiração de referência diária durante o crescimento da prefloração, em virtude da manutenção da atividade fisiológica das plantas e não ocorrência de dano ao aparato fotossintético; A avaliação de trocas gasosas permite diferenciar genótipos resistente e suscetível ao estresse hídrico; Os híbridos de tangerineira Sunki da Flórida (TSKFL), quando enxertados com a limeira ácida „Tahiti‟, mantêm menor status hídrico e proporcionam, à variedade copa, maior crescimento, mesmo sob menor lâmina de irrigação; as combinações menos sensíveis a déficit hídrico foram compostas pelo „Tahiti‟ enxertado com o TSKFL x (LCR x TR) – 049, TSKFL x (LCR x TR) – 062, TSKFL x (LCR x TR) – 69. |